O chat do navegador responde. Este aqui executa, na sua máquina.
O CompanIA é um assistente de desktop para macOS e Windows: um personagem 3D numa janela flutuante sobre a tela, com o agente Claude rodando dentro do próprio app e ferramentas locais de verdade. Lembrete, nota, rotina, abrir aplicativo. Está sendo construído em público, e a janela do mascote já roda.
- macOS
- Windows

O problema
Você usa IA o dia inteiro. Ela continua do outro lado de uma aba.
Pra pedir qualquer coisa você troca de janela, cola contexto, lê a resposta e volta para fazer na mão o que ficou combinado. O lembrete você cria. O app você abre. A nota você salva. É um assistente que sabe muito e não alcança nada. E é sempre o mesmo, com o mesmo tom, guardando no mesmo lugar o que você contou sobre o seu exame de sangue e sobre o seu caixa. O CompanIA vai na direção contrária: fica visível num canto da tela, tem mão dentro do sistema, e é dividido em especialistas que não dividem memória.
Ele fica na sua frente e não rouba um clique
A janela é transparente, sem moldura, sempre por cima. E ignora o mouse por padrão. Quando o cursor entra no corpo do personagem, um hit-test devolve o clique para a janela. Você arrasta para o canto que quiser e a posição fica salva por monitor; um atalho global some com ele. Isso não é promessa: é a fase concluída, medida no Windows 11. O app inteiro, com React, three.js e o mascote animado, custa cerca de 70 MB acima de uma janela Electron vazia.
Você pede, e a coisa acontece fora do chat
"Me lembra do boleto às 15h." "Anota que a reunião foi adiada." "Abre o Figma." No navegador isso vira texto para você executar. Aqui vira chamada de ferramenta: o agente roda no processo principal do app, e criar lembrete, anotar, abrir aplicativo e agendar rotina são funções locais com entrada validada, disparando na sua máquina. Tarefa longa vai para a fila. O personagem entra em estado de trabalho e a conversa continua. Fase seguinte do roadmap.
Segure um atalho e fale
Push-to-talk global: segura, fala, solta. O áudio vai para a transcrição, a resposta volta em streaming e é sintetizada sentença a sentença. Ele começa a falar antes de terminar de pensar. A boca do personagem acompanha a amplitude do áudio, e falar por cima interrompe a fala dele. Voz entra numa fase posterior e faz parte dos planos pagos; hoje não existe.
Cada especialista sabe só o que é dele
Volt cuida de tecnologia, Grana de finanças, Kai de saúde e hábitos, Luna de foco. Não é a mesma IA com quatro chapéus: cada personagem é um arquivo de persona com tom, voz, modelo 3D e uma lista fechada de ferramentas. Histórico e memória ficam separados no banco local. O que você contou para Grana não aparece na conversa com o Kai. E o limite de ferramentas não é um pedido educado no prompt: mora no serviço do agente. Prompt se convence; código não.
Suas conversas ficam no seu disco
Conversas, memórias, lembretes e notas vivem num banco local na sua máquina. Não é sincronização desligada por padrão. É onde o dado nasce. Nenhuma chave de IA mora no app: as chamadas passam por um backend que valida sessão e cota, e a chave fica lá. Telemetria só depois de você aceitar, e nada sai antes disso.
Depois, você monta o seu e vende
Fase futura, e só depois do core de pé: um Studio dentro do app para montar seu personagem com peças oficiais, escrever a personalidade e publicar. A comunidade instala, avalia e rankeia, e o criador fica com 70% do que vender. A regra que impede isso de virar canal de malware: agente da comunidade é dado, nunca código. Só persona e assets validados, ferramentas de uma lista segura, e a camada de segurança da plataforma por cima.
Perguntas frequentes
- Isso não é só mais um mascote de desktop?
- O personagem é a interface, não o produto. Por trás dele tem um agente com ferramentas que tocam a sua máquina e memória que persiste entre sessões. E tem uma regra escrita no projeto: o mascote nunca interrompe por conta própria com balões de aviso. No máximo muda de pose. Quem fala primeiro é você.
- Uma IA que abre app e cria rotina na minha máquina não é perigoso?
- Por isso o limite de ferramentas é aplicado no serviço do agente, não pedido no prompt: ferramenta que não está na persona simplesmente não existe naquela sessão. Agentes da comunidade nunca são código executável, só persona e assets validados, com um conjunto ainda menor de ferramentas. E ação sensível pede confirmação numa janela nativa, fora da conversa.
- Preciso de chave da Anthropic? Quanto custa?
- Você não precisa de chave nenhuma: o custo de IA entra na assinatura e o app fala com o backend, nunca direto com o modelo. Vai existir um plano grátis com um personagem e texto. Os valores dos planos pagos ainda estão em validação. Quando fecharem, quem está na lista sabe antes, e sem teatro de contagem regressiva.
- Quando é que isso sai?
- Não vou chutar data. O que existe hoje: a janela do mascote animada, click-through, arrastar com posição salva, bandeja, atalho global e o contrato de comunicação interna testado. Tudo rodando no Windows, com testes automatizados e medição de memória. Falta conversa, voz, ferramentas, conta e assinatura, e instaladores assinados. Um desenvolvedor, construção acelerada por IA, e a lista recebe cada passo com captura de tela real.
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